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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Não é possível selecionar subobjects 3D nem grips de sólidos nas faces de trás utilizando AutoCAD 2011

Artigo baseado nesta página

Questão

Você notou que a seleção de objetos em 3D no AutoCAD 2011 não afetam os subobjects ou os grips em faces ocultas de objetos 3D.

Solução

O AutoCAD 2011 introduziu a variável de sistema CULLINGOBJ que controla se subobjects 3D que são escondidos da visão podem ficar em destaque ou serem selecionados.

Esta variável de sistema afeta todos os objetos que estão atrás de um objeto 3D em um dos Visual Styles que escondem o que está por trás. Por exemplo, Hidden, Conceitual , Realista (no modelo Xray, podemos visualizar os grips de sólidos, mas não editá-los)

O valor default para a nova variável é 1. Isso que significa que o destaque e seleção só afeta os subobjects que são visíveis na vista atual.

Na imagem abaixo, CULLINGOBJ é definido como 1 e os subobjects e grips das faces de trás do objeto selecionado não estão em destaque nem podem ser selecionadas:

Na imagem abaixo, o CULLINGOBJ é definido como 0 e os subobjects e grips das faces de trás do objeto selecionado estão em destaque e podem ser selecionadas (este era o padrão entre as versões 2007-2010):

Portanto, Alterando a variável de sistema CULLINGOBJ de 1 para 0, vamos restaurar a situação que tínhamos no AutoCAD 2010.

Palavras Chave: variável sistema backface grips subobject autocad 2011 seleção hidden face oculta seleção select

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

DICA DE TECLADO PARA TRABALHAR COM AUTOCAD

Desenhas com AutoCAD e está precisando trocar seu teclado? Segue abaixo algumas dicas para escolher um bom equipamento.

Dica 1 - botão ESC longe do F1. O botão ESC (cancelar) é acionado a todo instante, se ele estiver muito próximo do F1(ajuda), eventualmente podemos acionar a ajuda sem querer. Apesar de nas versões mais recentes a janela de ajuda ser aberta em segundo plano, sempre toma um tempo ao ser fechada.


Dica 2 – sem a tecla turbo. A tecla turbo atualmente não tem nenhuma serventia, tudo o que ela faz é afastar o Shift extremidade e rearranjar as teclas, reduzindo o tamanho do backspace.
Dica 3 – teclas de dormir e desligar entre o delete e as setas direcionais. O botão delete é bastante utilizado, as setas direcionais também, portanto eventualmente vamos apoiar algum dedo entre eles e não é nada legal se isso desligar o computador no meio da jornada de trabalho. Claro que podemos configurar o Windows para não ser desligado ou mesmo arrancarmos o botão, mas considerando que vamos ligar/desligar a máquina umas 2 vezes ao dia, este botão não é necessário e não precisa vir com o seu novo teclado.

Dica 4 – tecla ponto no teclado numérico. Não sei por que cargas d'água, temos uma nova tendência nos teclados que é a de juntar o [.] (ponto) do teclado numérico com a tecla[+] (mais). Sabemos perfeitamente que no AutoCAD precisamos separar coordenadas com vírgula e decimais com ponto, portanto para quem usa o teclado numérico é indispensável!
Dica 5 – PS2 ou USB? Apesar de ser a primeira (e única) pergunta que o vendedor te faz, é o que menos importa. Somente devemos atentar uma coisa: Meu computador tem entrada PS2? Se sim, até podemos comprar PS2 para libarar uma entrada USB para ser utilizada com outro equipamento. Se estou pretendendo montar uma estação de trabalho utilizando meu notebook, devo ficar atento pois a maioria (ou todos) notebooks não tem entrada PS2.

Dica 5 – Multimídia. A multimídia traz algumas facilidades no acesso de alguns aplicativos, principalmente a calculadora, navegador web, trocar de música, ou até mesmo acessar ficheiros no HD. No entanto não devemos nos apegar tanto assim a essas ferramentas, pois não existe nenhum padrão seguido pelos fabricantes e certamente da próxima vez que você for comprar já será totalmente diferente.

Dica 6 - Padrão da tecla. Vai bastante do gosto pessoal, mas normalmente teclas baixas (slim) exigem um esforço menor nos dedos. Também é melhor quando temos uma resposta rápida das teclas (quando voltam logo ao seu estado inicial).

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

BLOCOS DIVERSOS


Blocos dinâmicos, outros com wipeouts e ainda alguns com atributos.

Tags: Blocos, esquadria, janela, porta, símbolo, nível, wipeout, dinâmico, mesa, sanitário, laje nervurada, atributo.

Autor: Gustavo Bernardi





quinta-feira, 20 de maio de 2010

Bloco de Piscina 3D

Bloco de piscina de fibra em 3d




Autor: Gustavo Bernardi

CONVERTER SPLINE PARA PLINE ▬ “SPLINEDIT”

A partir da versão 2010 do AutoCAD podemos utilizar o comando Splinedit para converter uma Spline para polyline, (duplo clique em uma Spline). Em seguida acessar a chave correspondente ao "convert to polyline". Na sequência é só definir a precisão.

A precisão varia de 0 a 99 e quanto maior, mais detalhada (com mais pontos) irá ficar a polyline.

Fiz um teste com uma Spline de 12 vértices, os resultados podem ser divergentes do exemplo apresentado, mas já serve para termos uma noção do que ocorre:


Número de pontos da spline

Precisão

Numero de pontos da Polyline

12

0

12

12

1

17

12

5

52

12

10

95

12

20

183

12

50

428

12

99

848

Como sabemos, quanto maior o número de pontos, mais pesado irá ficar o nosso desenho. Para a maioria dos casos tenho considerado bom o resultado para valores de precisão variando entre 5 e 10.

Para Splines com muitos vértices, por exemplo quando a Spline é resultado de um offset a partir de outra spline, devemos adotar o valor zero.

terça-feira, 11 de maio de 2010

CLIPIT

Clip Circular
Como muitos de vocês já devem ter percebido, as janelas de um XCLIP não podem ter segmentos circulares.
Por este motivo, para executar “curvas” em XCLIPs, precisamos sempre ficar traçando polígonos com muitas faces para simular a curvatura desejada.
E é justamente isso que o comando CLIPIT faz isso de uma maneira mais rápida, porque no lugar de você desenhar todas as faces que o XCLIP vai precisar para simular a curva, você vai poder desenhar as polylines/splines/círculos e o comando.
Para usar o CLIPIT, basta você ter uma polyline/spline/círculo previamente desenhado, chamar o comando. Você vai selecionar a polyline/spline/círculo, depois você seleciona as referencias externas (imagens/xrefs) ou blocos.


Antes do CLIPIT
Imagem de antes do CLIPIT
Depois do CLIPIT
Imagem de depois do CLIPIT

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Algumas dicas realmente uteis

Para substituir um bloco
Sempre que voce precisar substituir um bloco existente no seu arquivo de trabalho por um da sua biblioteca, voce pode utilizar um recurso muito simples do programa.
Entre no comando INSERT, quando ele pedir o nome do bloco voce digita "nome do bloco"="nome do arquivo". Voce pode usar isso tanto para o comando INSERT em quadro de dialogo ou linha de comando.
Onde:
nome do bloco - é o nome do bloco que vai ser substituido.
nome do arquivo - nome do arquivo da sua biblioteca que contem o bloco.

Atualizando Atributos
Eventualmente algum desses blocos vão possuir atributados, nos precisamos redefini-los, o que sempre era um problema nestes casos.
A solução para isso pode vir do comando ATTSYNC, este comando atualiza todos os blocos inseridos em um arquivo, deixando eles iguais a seu bloco redefinido.
Alterando de cores, tipo de linhas, posição e até os textos dos atributos.

Outro comando interessante para o mesmo caso é o BATTMAN, este com um quadro de dialogo que permite que você controle melhor o que vai ser atualizado nos blocos inseridos.

Blocos diversos

Alguns blocos em AutoCAD para download:

-cadeira para bar 2d
-lenha para lareira 2d
-espetos para churrasco 2d
-garrafas de vinho 2d
-tv de plasma 2d


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Blocos e hachuras – Episódio I

Sim, estas entidades do AutoCAD podem ser amigas...

Creio que todas as pessoas que trabalham com desenho arquitetônico buscam uma apresentação “vistosa” de seu trabalho em um layout mais amistoso do que a simples representação técnica. Isto facilita principalmente aos leigos no assunto a compreensão da proposta gráfica baseando-se principalmente na ambientação humanizada e contrastes nos elementos arquitetônicos.

Tais plantas humanizadas tendem a ser produzidas fora do AutoCAD, em programas de edição de imagens, como o Adobe Photoshop, outros programas programas vetoriais como o Corel Draw ou ainda de maneira mais integrada com o Autocad, utilizando o Autodesk Impression.

Todas estas opções acabam tomando tempo e todos sabem que tempo é dinheiro.

Então em muitas ocasiões de orçamento=tempo apertado, a apresentação acaba não sendo tão completa, mas ainda assim podemos manter um pouco da qualidade gráfica no próprio Autocad. Esta qualidade passa obrigatoriamente pelo uso de blocos e hachuras tanto pela facilidade de criação e edição como por manter um número reduzido de objetos para selecionar, entre outras vantagens.

Sabemos no entanto que hachurar é historicamente motivo de dor de cabeça pra muita gente, principalmente com o uso de blocos.

Listarei então algumas dicas de como facilitar este trabalho. Chamei este tópico de Episódio I, pois tenho certeza que este texto não é definitivo e que os demais colaboradores provavelmente tenham outras dicas importantes.

Vamos lá...

Dica 01 – splines

As splines sempre dão dor de cabeça aos sistemas de captura de áreas fechadas. Recomendo editar o bloco convertendo as splines para polilines, isto pode ser realizado utilizando a lisp spl2pl.vlx disponível pela web ou se você está utilizando o AutoCAD 2010, pode usar o splinedit com um duplo clique na spline. Veja que em ambas as situações você tem opcionais de número de segmentos criados, verifique para que não fique com muitos segmentos mas nem muito “facetado”.

Dica 02 – contorno do bloco

Sempre que possível tenha o contorno do bloco em um único ou em um menor número possível de objetos, isso facilita tanto par escanear a área hachurada quanto na necessidade de dar trim na hachura. Quando não é possível, recomendo criar uma poligonal em torno do bloco em um layer não plotável e próximo dele, por exemplo criar um bloco de cadeira com dimensões aproximadas de 50 cm x 50 cm e fazer um contorno que fique totalmente externo a 1 mm de distância e que seja um objeto único.

Dica 03 – island detection

Nas propriedades da caixa de diálogo de Hachuras normalmente o Island detection que nos interessa para uma planta baixa é o Outer, pois do contrário a hachura pode acabar vazando para dentro de uma ilha do bloco.

Dica 04 – tela gráfica

Tente enquadrar o zoom ao máximo no compartimento que será hachurado, reduzindo assim a área que será analizada pelo AutoCAD.

Dica 05 – layers

Tente deixar ligado o mínimo de layers necessários para hachurar a área, reduzindo o número de objetos analisados.

Dica 06 – linhas coincidentes

Com certeza vai ficar mais difícil o cálculo se o bloco tiver pontos de intersecção não muito definidos. Mas o que seria isso? Por exemplo: um bloco de fogão que está encostado na parede, o AutoCAD vai ter que fazer um cálculo a mais apenas para verificar se realmente este bloco toca a parede ou não. Se eu afastar um pouco, meio centímetro que seja, o programa irá identificar automaticamente que não está encostado. Para a plotagem não faz diferença, pois é uma pequena distância.

Obs: realizei um teste com um retângulo e dez blocos de bacias sanitárias em um computador não muito bom. Os resultados: uma diferença de tempo analizando a área de aproximadamente 20 segundos para os blocos encostando na parede e 3 segundos para os blocos afastados.

Dica 07 – blocoteca

Considerando que seus blocos serão utilizados sempre, convém manter sua biblioteca otimizada. Um bloco “ruim” é um erro que se repete a cada inserção. Antes de utilizar um bloco, abra o arquivo .dwg, purgue o que for necessário, converta linhas para polilines unindo o que for possível, use o overkill para reduzir elementos desnecessários, ajuste os layers de acordo com seu padrão, converta as splines, crie o contorno externo se necessário. Pode até dar um pouco de trabalho no começo, mas é menos dor de cabeça depois.


terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Blocos 3d - Equipamentos Esportivos


Blocos de equipamentos esportivos em 3d para download.

Autor: Gustavo Bernardi.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Bloco dinâmico de laje nervurada para download [Autocad]


Bloco de laje nervurada com ação dinâmica em x (array 50 unidades) e em y (stretch livre).
(os blocos dinâmicos podem ser usados a partir da versão 2006 do AutoCAD)
Autor: Gustavo Bernardi


Propriedades específicas de um layer para uma determinada Viewport [Introduzido na versão 2008 do AutoCAD].

Imprimir em escalas diferentes na mesma prancha ainda parece um pouco complicado para algumas pessoas, mas vão aí algumas dicas que ajudam um pouco, pelo menos na questão de como ter penas diferentes no mesmo layout.

Comparando as duas imagens abaixo (Imagem 01- MENU DE LAYERS que aparece quando estamos no MODEL SPACE e Imagem 2 - MENU DE LAYERS que aparece quando estamos no PAPER SPACE ou em uma VIEWPORT) podemos observar que o segundo menu apresenta alguns itens a mais que o primeiro (destacados na direita em amarelo).

Este “adendo” no nosso menu de layers refere-se exclusivamente à viewport ou ao Layout onde estamos trabalhando. Isto nos permite que sem mudar o layer dos objetos tenhamos configurações diferentes de plotagem na mesma folha de impressão.

Trabalho sempre com o layer das paredes em MAGENTA, pois no meu arquivo de penas o MAGENTA é impresso em preto na espessura 0.6 mm, o que considero adequado para uma escala 1/100 ou 1/50. No entanto caso precisar colocar outra planta em escala reduzida, ampliada ou ainda com as paredes coloridas no mesmo layout, posso fazer isso mantendo todos os minhas paredes no layer Parede. Como posso ter apenas um arquivo de penas para o meu layout, modifico as propriedades deste layer naquela viewport específica (campo em amarelo na Imagem 02).



imagem 02


Dois exemplos para praticar:

Exemplo prático 1:

A) Em um layout de impressão crio duas viewports (uma terá a parede em preto espessura 0.6 mm e a outra terá a parede em preto 0.4 mm).

B) Na primeira, como vou manter minhas configurações usuais, não preciso alterar nada nas propriedades do layer.

C)Na segunda vou para o mspace (ou duplo clique dentro da viewport) e abro o menu de layers alterando a a VP COLOR do meu layer PAREDE para CYAN(que no meu arquivo de penas corresponde a uma espessura de 0.4 mm).

Exemplo prático 2

A) Pretendo que meu layer de textos tenha uma cor laranja no model space, seja impresso em preto dentro da viewport e seja impresso em cinza no selo (carimbo).

B) Crio o meu layer textos com a cor padrão laranja (pode ser cor 40).

C) Vou para o layout (sem entrar na viewport) e abro o menu de layers e na VP COLOR, escolho a cor cinza dos textos no carimbo (pode ser a 252).

D) Entro na viewport (mspace ou duplo clique), abro o menu de layers e escolho a cor preta para a VP COLOR do meu layer (ou outra que no meu arquivo de penas que esteja setada para imprimir em preto).

Dei ênfase à cor porque trabalho com plotstyle, mas podemos observar não é somente a cor do layer que podemos controlar em uma viewport específica, mas ainda congelar o layer e mudar linetype ou a espessura das linhas.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Blocos de Figura Humana em 2D para download


domingo, 25 de outubro de 2009

Congelar ou Apagar Layers

Uma coisa que sempre me perguntam é "Mas qual a diferença entre congelar e apagar um layer?"
Bom a diferença é bem simples. Quando voce congela um layer é como se ele não "deixasse de existir", todas as ferramentes de seleção e visualização iguinoram a sua existencia. Agora quando voce deliga é diferente, o layer esta somente apagado visualmente, mas as ferramentas de seleção e visualização ainda sabem que as entidades estão ali, voce pode notar isso facilmente com um ZOOM EXTENTS ou um SELECT ALL.

e este é um dos grandes motivos de erros causados pelo comando LAYERISO, por isso que o meu eu deixo configurado para travar os layer e não apaga-los

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Unidades

Ao contrário do que todos sempre dizem, o AutoCAD tem unidade sim.
O problema é ninguém usa porque não conhece isso. Para você usar unidades no AutoCAD, basta você configurar a sua unidade de trabalho com o comando UNITS (variável INSUNITS). Desta forma o programa vai saber em que unidade você esta trabalhando e quando inserir um arquivo externo, sejam eles blocos ou referencias, eles já vão entrar no tamanho correto (considerando que você configurou a mesma variável em cada arquivo).

No caso de você não ter configurado a unidade nos seus arquivos. Você ainda pode usar mais duas outras variáveis para ajudar na inserção. Estas variáveis são INSUNITSDEFSOURCE e INSUNITSDEFTARGET. Sendo que a primeira é a que determina qual unidade deve ser usada para arquivos setados como sem unidade e segunda diz para qual unidade o arquivo deve ser escalonado.

Agora, vela vantagem nesta configuração que trabalha com os verticais para Arquitetura, Mecânica... Porque o comando UNITS deixa de ser informativo e aproxima a sua experiência a de programas como REVIT.

sábado, 19 de setembro de 2009

Curiosidades

Você sabia que pode abrir uma aba na sua barra de tarefas do Windows para cada arquivo aberto no AutoCAD?
Então, para fazer isso basta você entrar com o comando TASKBAR, então você entra com um valor numérico:
0 você desliga (default)
1 voce liga

Este comando não modifica a variável de sistema SDI nem faz você abrir o programa mais de uma vez AutoCAD

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Linetypes

este nosso amiguinho misterioso

A primeira coisa que precisamos saber sobre linetypes é, no AutoCAD existem dois padrões de tipo linha que vem prontos da Autodesk, o padrão imperial e o métrico (iso). Cada um destes padrões fica salvo em um arquivo distinto ACAD.LIN (imperial) e ACADISO.LIN (métrico).

Sabendo disso, resta saber qual o padrão utilizado pelo seu escritório ou cliente e qual que você esta usando no seu arquivo de trabalho. Para descobrir isso o caminho mais fácil é entrar no quadro de dialogo do comando LINETYPE e apartar o botão LOAD, isso vai informar para você qual padrão de tipo de linha esta sendo carregado.

No caso desde não ser o tipo de linha correto, o mais fácil a se fazer é abrir um arquivo novo com o template correto, ACAD.DWT (imperial) e ACADISO.DWT (métrico), e inserir o seu arquivo de trabalho dentro dele. Uma vez feito isso, basta você recarregar todos os tipos de linha para garantir que estejam todas no mesmo padrão.

Agora que o seu arquivo esta bonitinho e com todas as linhas no mesmo padrão só resta mais algumas coisas que você pode fazer para nunca mais precisar pensar no valor para o seu LTSCALE.
Caso você trabalhe no modo de LAYOUT (antigo paper space), sempre mantenha a sua variável de sistema PSLTSCALE ligada (setada como 1). Desta forma não importa a escala da sua VIEWPORT que as suas linhas vão sempre estar na mesma escala quando forem impressas.
Caso o seu AutoCAD já trabalhe com o ANNOTATION SCALE, sempre mantenha a sua variável de sistema MSLTSCALE ligada (setada como 1). Desta forma os seus tipos de linha sempre vão estar na escala certa.
Para ambos os casos vale este exemplo, o tipo de linha HIDDEN desenha traços com aproximadamente 6,00unidades quando a variável de sistema LTSCALE esta configurado como 1.

Sabendo disso o padrão que eu adoto é:
- Para desenhos em metros LTSCALE = 0.1
- Para desenhos em centímetros LTSCALE = 10
- Para desenhos em milímetros LTSCALE = 100

No caso de você ainda usar o MODEL, e não puder ou souber usar o ANNOTATION SCALE, você vai precisar multiplicar os valores que eu exemplifiquei pela escala dividida por 100.
Exemplo: Escala 1:50 em metros
LTSCALE = 0.1x(50/100) = 0.05

terça-feira, 18 de agosto de 2009

CAD Brasil - "Pegando a estrada"



Hoje estamos embarcando em mais uma nova jornada!

Nesta jornada iremos discutir, mostrar, comentar, noticiar assuntos relacionados a vários produtos da Autodesk. Não ficaremos restritos ao "primogênito" AutoCAD, também estarão "a bordo" outros produtos como o Autodesk REVIT, Autodesk 3DS MAX, AutoCAD Architectural e outros mais.

Todos estão convidados a "pegarem a estrada" conosco nesta viagem recheada de tecnologia, informações e opiniões.

Sejam bem vindos!

Equipe CAD Brasil